Frente Parlamentar em Defesa da Farmácia Popular foi instalada na Câmara dos Deputados


A Frente Parlamentar em Defesa da Reestruturação do Programa Farmácia Popular foi instalada nesta quarta-feira (17), com o intuito de debater as perspectivas para o Programa Farmácia Popular do Brasil e sua importância social, bem como apoiar a reestruturação do Programa de grande relevância para a população brasileira.

O fechamento das farmácias do programa popular (mantidas com recursos federais), foi feita por “economia de dinheiro”, segundo o governo. A partir de agora, pacientes vão ter que recorrer às farmácias conveniadas, mas enfrentarão um problema, a disponibilidade de medicação. No novo formato, as conveniadas oferecem 25 medicamentos de graça ou com preços baixos, e no Programa das Farmácias Populares, são oferecidos 125 remédios.

Para o governo, a maioria das pessoas que buscam essas farmácias quer medicamentos que são encontrados também nas farmácias conveniadas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o programa atende quase dez milhões de pessoas (em média, por mês), principalmente com 60 anos ou mais, e funciona mediante o credenciamento da rede privada de farmácias e drogarias comerciais, com o intuito de levar o benefício da aquisição de medicamentos essenciais a baixo custo a mais lugares e mais pessoas.

A Frente Parlamentar em Defesa da Reestruturação do Programa Farmácia Popular do Brasil terá como foco promover ações para discutir, acompanhar, apoiar ou propor a tramitação de propostas que ajudem a democratizar o acesso regular e permanente de todos os brasileiros a medicamentos mais baratos e com assistência farmacêutica garantida.

A frente é coordenada pelos deputados Adail Carneiro, presidente; Dr. Sinval Malheiros (PTN-SP), vice-presidente; Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), coordenador-executivo; Maia Filho (PP-PI), tesoureiro; e Sergio Vidigal (PDT-ES), secretário.

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